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PRONEC

PRONEC

O Programa de Neutralização das Emissões de Carbono, permite que cada pessoa, física ou jurídica, possa assumir sua coresponsabilidade com o planeta através de uma prática muito simples e eficiente, a quantificação das emissões de gases de efeito estufa associadas às sua atividades por intermédio de um software específico e a decorrente neutralização destas emissões com atividades mitigadoras como a captação do CO2 através do plantio de árvores nativas, a educação ambiental vivencial e a conservação de áreas naturais.

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Balanço Socioambiental

O Instituto Socioambiental Chico Mendes mantém sua tradição em enaltecer as ações sociais e ambientais positivas que estão transformando o nosso país, ao desenvolver o Programa de Incentivo á Elaboração de Balanços Socioambientais.

Este trabalho visa a realização de estudos específicos que identifiquem linhas nas quais a empresa já desenvolve investimentos na área ambiental e em ações de responsabilidade social. Com metodologia apurada aplicada por corpo técnico multidisciplinar, o Instituto Socioambiental Chico Mendes realiza os estudos e publica os trabalhos focando no ciclo anual de atividades as empresas. Independente do seu porte ou sua linha de atuação todas as empresas podem se habilitar a submeter-se a esta análise criteriosa que em um curto espaço de tempo aponta fragilidades e potencialidades além de dar foco em ações já realizadas de modo a consolidar a empresa como uma empresa realmente comprometida seja pelo que realiza seja pelas melhorias decorrentes deste estudo.

Certamente ao final dos trabalhos diversos objetivos são alcançados, dentre os quais: A economicidade em seus processos administrativos e produtivos; A adaptação às legislações e normas técnicas específicas; A habilitação para linhas de créditos e fornecimento para empresas que realizam compra verde (fornecedores conscientes) ; e A promoção da sua marca associada ao compromisso socioambiental!

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Coletando para a vida

O Instituto Socioambiental Chico Mendes com patrocínio da Petrobras e parceria com a Associação N Senhora Aparecida  deu início ao projeto Coletando para a Vida, voltado para a Comunidade do Pau fininho, no Papicu na cidade de Fortaleza estado do Ceará. Com duração prevista para dois anos, o projeto atua em duas frentes, com o objetivo de capacitar moradores e catadores de materiais recicláveis para melhores condições de trabalho e de vida. Para Guilherme Neto Coordenador executivo do  do projeto, o foco é permitir oportunidade de trabalho e melhoria de renda através de práticas socioambientais na cadeia dos resíduos sólidos.

São 25 vagas para catadores, que vão receber formação sobre responsabilidade socioambiental, para que realizem seu trabalho de forma adequada. A ideia é que eles se tornem agentes ambientais, multiplicando os conhecimentos junto à comunidade. “Mostrar a importância do trabalho do catador é um dos aspectos fundamentais da formação”, explica Andrea. Os catadores serão cadastrados junto a comércios, instituições e condomínios da região, para que estes disponibilizem seus resíduos aos novos agentes. Para eles, o projeto prevê ainda a disponibilização de fardamento e equipamentos de segurança.

Já para os moradores, são disponibilizadas 180 vagas para cursos de Ética, cidadania, meio ambiente e arte com resíduos São seis turmas para as formações sendo 30 vagas em cada entre os turnos manha e tarde.

Projeto “Ler não é uma questão de ver”

projeto-lerO Instituto  Socioambiental Chico Mendes lança seu primeiro projeto através da Lei de Incentivo  (Lei Rouanet)

Projeto “Ler não é uma questão de ver” vai levar cultura e noções de meio ambiente a deficientes visuais

Promover a inclusão cultural de pessoas com deficiência visual, gerando produtos culturais acessíveis. Com este objetivo, o Instituto Internacional de Pesquisa e Responsabilidade Socioambiental Chico Mendes criou o projeto “Ler não é uma questão de ver”, recentemente aprovado pela Lei Rouanet, de Incentivo à Cultura.

O projeto, cujo prazo de captação de recursos prossegue até dezembro de 2013, prevê a produção de seis livros adaptados para pessoas com deficiência visual, cujos conteúdos versarão sobre a história da arte no Brasil, além de noções básicas sobre meio ambiente. Serão publicadas 1200 unidades de livros acessíveis, focando os temas Música, Teatro, Literatura, Artes Visuais, Cinema , Meio Ambiente e Cidadania. Esse último tem a finalidade de levar informações sobre o meio socioambiental, tendo como tônica o consumo. A acessibilidade das publicações se dará por meio da impressão em braile, tinta ampliada, além da disponibilização dos conteúdos em áudio livro  e por meio do sistema computacional DOSVOX.

Os livros serão distribuídos em instituições dos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Pará, Bahia, Ceará, além do Distrito Federal. A ideia é selecionar entidades que desenvolvam trabalhos efetivos com deficientes visuais, levando em consideração tempo de fundação, número de pessoas atendidas e histórico de atividades. Bibliotecas especializadas também devem receber exemplares, assim como o Ministério da Cultura, por meio da Biblioteca Nacional.

 De acordo com Guilherme Neto Diretor do projeto no Brasil existem poucas produções dirigidas especificamente para os deficientes visuais. “Ainda existe a cultura de que a pessoa com deficiência é inapta. Queremos mudar isso. Através do projeto, será possível que elas se tornem multiplicadoras dos conteúdos adquiridos, podendo ser inseridas no mercado de trabalho”, explicou. O projeto também pretende sensibilizar gestores para a questão da acessibilidade, estimulando a geração de cada vez mais produtos culturais dirigidos a este público.

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