(41) 3672 3681 / (41) 3672 3106
operacional@institutochicomendes.org.br
10 jul 2012

Cúpula dos Povos: Debate analisa crise do capitalismo e desafios da sustentabilidade

Promovido pela Fundação Perseu abramo em parceria com a Fundação Friedrich Ebert e realizado na manhã do dia 19/6, o debate “Direito ao desenvolvimento, crise econômica e políticas de sustentabilidade” reuniu especialistas nacionais e internacionais para discutir quais seriam, em tempos de crise internacional do capitalismo, os desafios a serem enfrentados por esquerda, governos e sociedade para o desenvolvimento com distribuição de renda e sustentabilidade. Neste debate o Instituto Chico Mendes foi representado pela técnica Tatiane Soares.

10 jul 2012

Quatro Barras+10 debate meio ambiente, desenvolvimento sustentável e mobilização da juventude

Pensar na cidade e nas regiões de entorno para os próximos 10 anos. Este foi um dos objetivos da Pré-conferência Quatro Barras+10, que discutiu meio ambiente, desenvolvimento sustentável e mobilização da juventude com mais de 120 estudantes dos municípios de Quatro Barras, Piraquara, Colombo, Pinhais e Campina Grande do Sul, na última sexta-feira (4).
A mobilização contou com círculos de diálogo, oficinas, apresentações de vídeos, teatro, poemas, paródias e palestras, além do amplo debate sobre as cidades que queremos para os próximos 10 anos. “Estamos colocando em prática um novo modelo de desenvolvimento, onde as pessoas, os jovens, são agentes de transformação, dão novas ideias e pensam realmente no que desejam para este futuro próximo. O Brasil tem a maior riqueza ambiental e hídrica do mundo. Quatro Barras tem 77% de cobertura florestal e 40% de áreas de preservação, ou seja, temos que ser promotores desta discussão”, disse o secretário de Meio Ambiente, Leverci Silveira Filho.

Resultados
 No encontro, os jovens elaboraram propostas na área ambiental para a cidade; elegeram os delegados que irão participar da Conferência Municipal de Meio Ambiente, que acontece em Quatro Barras durante a Semana do Meio Ambiente em junho; e elegeram a 1ª diretoria da União Municipal dos Estudantes de Quatro Barras, além de formular propostas para a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), que ocorre de 13 a 22 de junho no Rio de Janeiro.

Dos 399 municípios paranaenses, apenas 17 estão envolvidos nesta discussão. “Este envolvimento da comunidade e especialmente da juventude torna o processo de desenvolvimento mais democrático e participativo, fortalecendo um modelo de crescimento que preza pela sustentabilidade, qualidade de vida e oportunidades para todos”, disse o prefeito Loreno Tolardo.

Participaram da conferência o Instituto Internacional de Pesquisa e Responsabilidade Socioambiental Chico Mendes, os alunos dos Colégios André Andreatta, Elias Abrahão, Arlinda Ferreira Creplive, Dom Orione, Graciosa e Sesi. O evento foi organizado pela Secretaria de Meio Ambiente, Câmara Municipal, e União Paranaense dos Estudantes (UPE), com apoio da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer e o Programa 8 Jeitos de Mudar o Mundo.

Fonte: http://www.quatrobarras.pr.gov.br/index.php?area=ler_noticia&id=1026&idSecretaria=26

10 jul 2012

Instituto Chico Mendes veste a camisa e luta contra o Código Florestal na Rio+20

Na Rio +20 o Instituto Chico Mendes vestiu a camisa e esteve presente no evento “Avaliação da Luta contra o Código Florestal e perspectivas para o próximo período”, no dia 16, das 16:30 às 18:30h, na Plenária 5 da Cúpula dos Povos, que debateu acerca do novo Código Florestal, destacando os prejuízos que ele representa às florestas e à sociedade brasileira.

Outra iniciativa foi a Marcha à Ré, no dia 18 (segunda-feira), que se deu partida do Museu de Arte Moderna (MAM) até a sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O nome do ato simboliza o retrocesso na legislação ambiental.

10 jul 2012

Organizações, Prefeitura e empresas assinam pacto por ações sustentáveis.

Quatro Barras promoveu uma grande mobilização entre os dias 1º e 6 de junho, durante a Semana do Meio Ambiente, agregando novas propostas e dando voz a representantes de vários setores em prol da conservação ambiental e modelos sustentáveis de desenvolvimento.

Depois de realizar caminhada, plantio de mudas, limpeza de rios, mutirões de coleta de lixo eletrônico, de promover debates na Conferência do Meio Ambiente, e assinar importantes convênios para a área ambiental, na última quarta-feira (6), mais um grande passo foi dado: organizações, Prefeitura e empresas de Quatro Barras e Campina Grande do Sul assinaram um pacto por ações sustentáveis, oficializando a mesma linha de conduta para reduzir impactos, evitar o desperdício e colocar em prática ações que podem fazer a diferença.

O evento, que culminou com o Ciclo de Diálogos “Pequenas Ações com Grandes Soluções”, contou com o apoio do Sesi/Senai e da Associação Industrial e Comercial de Quatro Barras e Campina Grande do Sul, reunindo empresários, representantes de organizações e consultorias, e prefeituras municipais.

O Instituto Chico Mendes esteve presente apresentando as empresa, organizações e prefeituras suas propostas para o desenvolvimento sustentável como o programa PEA – Programa de Educação Ambiental que é voltado aos alunos do ensino fundamental.

“A proposta de hoje é organização. O empresariado pode ser um agente participativo neste processo, com alternativas economicamente viáveis e pautadas no respeito à vida. Hoje estamos consolidando um pacto por ações ambientais, para organização de um banco de projetos para a iniciativa privada e o poder público.

10 jul 2012

Conferência debate propostas e formaliza convênios importantes para a área ambiental

Como parte integrante da programação da Semana do Meio Ambiente, que está acontecendo entre os dias 1º e 6 de junho em Quatro Barras, a Conferência Municipal do Meio Ambiente realizada nesta terça-feira (5) trouxe não apenas importantes discussões sobre a conservação dos recursos naturais e modelos sustentáveis de desenvolvimento, como também conquistas formalizadas para a área ambiental.
Uma delas foi a oficialização do convênio com o Instituto Ambiental do Paraná para a construção do receptivo do Parque Estadual da Serra da Baitaca, uma obra aguardada há anos pelas comunidades locais, empreendedores e turistas. A área para construção da obra já foi desapropriada pela Prefeitura e em breve deve receber as obras do novo receptivo.

Os outros dois convênios foram firmados com a empresa Instituto Internacional de Pesquisa e Responsabilidade Socioambiental Chico Mendes e Britanite – para a produção de cartilhas que serão utilizadas no contraturno escolar da Escola Total, um projeto pioneiro já implantado pela Prefeitura – e com o Novozymes, para a doação de adubos orgânicos para compostagem.

“A formalização destes convênios é um passo mais do que importante para a estrutura do parque e seu gerenciamento, para as ações de educação ambiental que vão entrar no cotidiano das nossas crianças, e pelo ganho incalculável em formalizar novas parcerias e unir esforços em prol do meio ambiente e da sustentabilidade”, disse o secretário de Meio Ambiente, Leverci Silveira Filho.

Programação
Na programação da Conferência, foram realizadas apresentações como “O semeador de sonhos”, com o poeta e ambientalista João Bello; e painéis sobre desenvolvimento sustentável, “Lixo nosso de cada dia” e “Ser manancial: progresso ou restrição”, debatidos com profissionais da área, estudantes e representantes de entidades e organizações.

Já no início das atividades, o público ouviu as boas vindas e a mensagem do prefeito Loreno Tolardo em vídeo, destacando a importância da mobilização e da participação de todos na temática ambiental. “Este tema está acima de qualquer diferença, ideologia, crença ou condição social. É um tema maior, que condiciona a vida de todos nós, nosso presente e também nosso futuro”, comentou.

Os deputados estaduais Tadeu Veneri e Rasca Rodrigues também prestigiaram o evento, falando sobre as ações e consequências das tomadas de decisões na área ambiental, a necessidade de modelos sustentáveis de desenvolvimento e a importância de um novo olhar sobre o tema, para que os jovens não repitam os mesmos erros já cometidos pelas gerações que os antecederam.

Durante o dia, o evento trouxe à tona importantes debates e propostas nos painéis de discussão, que vão se consolidar em novas políticas públicas na área ambiental, e também houve revelação dos ganhadores do Concurso Fotográfico com as Riquezas Ambientais e Suas Ameaças.

O evento mobilizou cerca de 300 pessoas, entre representantes de associações de bairros, Instituto Chico Mendes, Novozymes, UTFPR, AMO Baitaca, Britanite, Prefeitura Municipal, IAP, Associação de Catadores Verde Iraí, Câmara de Vereadores, alunos do Colégio Sesi, profissionais da área ambiental e lideranças comunitárias. O evento foi organizado pela Secretaria de Meio Ambiente, em parceria com empresas e entidades ligadas ao setor.

Fonte: http://www.quatrobarras.pr.gov.br/index.php?area=ler_noticia&id=1051

09 jul 2012

Zoo de Salvador trabalha para preservação de espécies brasileiras

05.07.2012 – O Zoo de Salvador passa a contar com a maior espécie da família dos crocodilos da América do Sul, o jacaré-açu. O novo morador do Parque, que chegou, nesta quinta-feira(5),  faz parte do Programa de Preservação das Espécies Nativas, desenvolvido pelo Zoo de Salvador em parceria com a Fundação Zoológico de São Paulo.

Segundo o coordenador do Zoo, Gerson Norberto, a chegada do animal é mais uma etapa do projeto para preservação da fauna e flora, por meio da parceria entre os parques que integram a Sociedade de Zoológicos do Brasil. Gerson informa ainda que estão previstas ainda a chegada de anfíbios e algumas espécimes de lontras.

Jacaré-açu (melanosuchus niger) – Também conhecido como jacaré-negro é uma espécie exclusiva da América do Sul. Normalmente, se alimenta de pequenos animais, como tartarugaspeixescapivaras e veados. A espécie que esteve à beira da extinção, devido ao valor comercial do seu couro de cor negra e da sua carne, graças ao trabalho desenvolvido entre Zoológicos e as área de preservação natural, encontra-se protegido, e sua espécie vive de forma estável no Brasil.

 

Fonte: Ascom/Inema

 

03 abr 2012

Importantes e necessários, coletores ainda são alvo de preconceito

Os coletores Luís Fernando e John Santos afirmam que gostam do que fazem e que o preconceito por parte de alguns é algo real, ainda, nos dias atuais

Com uma cuspida no chão e dizendo “Pega isto aí, seu fedorento”, um morador se dirigiu, recentemente, a funcionários responsáveis pela coleta do lixo doméstico em Rio Claro. Apesar de sua importância para a manutenção da limpeza e destinação correta de resíduos sólidos, o preconceito e o desrespeito, ainda, persistem em pleno século XXI contra esse grupo de trabalhadores.

Luís Fernando Astolfo tem 23 anos e há um ano e meio trabalha como coletor na empresa terceirizada Riolix. Começou na função por necessidade, mas diz ter se acostumado com o serviço e gostar do que faz. Diante de xingamentos e ofensas públicas, explica que tenta relevar e cumprir com a sua tarefa diária. “Sei que é difícil, mas sem o trabalho do coletor a cidade fica suja e todos reclamam. É indispensável”, argumenta.

John Alexandre Santos, 20, também reclama da falta de consideração de alguns munícipes para com a classe. “Às vezes, fico bravo e chateado; em outras, já respondo à pessoa”, confessa. Há mais de dois anos na função, Santos comenta que foi seu primeiro trabalho com carteira assinada e considera importante o que faz, sendo um grande bem à sociedade.

Cerca de 50 coletores, divididos em dois períodos, recolhem 150 toneladas de lixo/dia. Além do mau cheiro, do calor, frio e chuva que enfrentam, são 60 quilômetros percorridos diariamente de caminhão por setor, sendo que boa parte do trajeto é realizado a pé. Apesar do cumprimento de uma jornada diária, em média, de 7h30, com salário + benefícios de R$ 1.129,00 e pagamento de hora extra, Tadeu Tiago Cusmano, engenheiro ambiental e gerente da Riolix, afirma que falta mão de obra no mercado. “Estamos com dificuldades em encontrar pessoal para trabalhar, talvez por ser uma profissão que exija certo condicionamento físico e haver preconceito por parte da própria pessoa”, comenta. Atualmente, os empregados da empresa compreendem a faixa etária de 20 a 35 anos.

Trabalhando 363/364 dias por ano, apenas um dia de falta deixa a cidade num completo caos. “O mesmo que desrespeita o coletor é o que dele reclama quando falta ao serviço, por isso digo que são indispensáveis”, conclui Cusmano. E, como diria o político Jack Kemp, “por mais humilde que seja, um bom trabalho inspira uma sensação de vitória”.

Fonte: jornalcidade.net

 

03 abr 2012

Logística reversa: o exemplo das embalagens de agrotóxicos

Já faz quase 12 anos que as embalagens de agrotóxicos fabricadas no país são recolhidas e reutilizadas de forma segura, sem agredir o meio ambiente. O mesmo acontece, desde 1999, com a produção de pneus do país. Por que os materiais plásticos não poderiam ter o mesmo destino? A suspensão da distribuição de sacolas plásticas por 4 mil mercados paulistanos é uma das respostas atuais à preocupação com a poluição do meio ambiente. A medida não é suficiente para solucionar o problema, mas ele não é impossível de ser resolvido: os casos da indústria de pneus e dos fabricantes de embalagens para agrotóxicos têm sido bem sucedidos e podem servir de exemplo de como evitar o PET de poluir os oceanos.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), criada em agosto de 2010, segue essa linha. Um de seus pilares é a logística reversa, processo que retorna aos geradores seus produtos para que eles sejam tratados ou reaproveitados em novos produtos. Até agosto deste ano, os municípios devem apresentar planos de gestão integrada de resíduos sólidos.

Embalagens de agrotóxicos

Os casos não são novos. A indústria agrícola se organizou voluntariamente oito anos antes da criação da lei que exige e regulamenta o recolhimento e a destinação final das embalagens de pesticidas de forma ambientalmente segura (processo também chamado de gestão pós-consumo). Antes da criação do projeto piloto em 1992, 70% das embalagens eram queimadas e o restante era disposto sem cuidado ambiental nas propriedades agrícolas.

A Lei 9.974/00, promulgada em 2000 e regulamentada em 2002, estabeleceu responsabilidades compartilhadas para cada elo da cadeia: agricultores, fabricantes e canais de distribuição, com apoio do poder público. Dessa forma, no programa batizado de Sistema Campo Limpo, produtor e consumidor são responsáveis pelo descarte ambientalmente correto das embalagens.

E como isso funciona na prática? “Os agricultores lavam as embalagens e as devolvem nas unidades de recebimento. Os distribuidores devem indicar na nota fiscal onde o agricultor vai devolver a embalagem e disponibilizar esse local. O fabricante deve fazer a logística de transporte e dar a destinação final ambientalmente adequada [reciclagem e incineração]. Ele, junto com governo e revendedor, deve fornecer programas de orientação ao agricultor”, explica João Cesar Rando, presidente-diretor do inpEV, Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias.

Do total de embalagens recolhidas, correspondente a 94% de todo o mercado nacional, 95% é reciclado e 5% serve de combustível a incineradoras com licença ambiental, que possuem filtros e não emitem poluentes no processo de queima. “O mais nobre que coloca nosso sistema à frente é que voltamos a fazer uma embalagem que é utilizada pra defensivo agrícola. Queremos que o sistema gere recurso para que um dia seja autossustentável. Que ele produza uma nova embalagem a ser comercializada e o recurso volte pra ser utilizado no próprio sistema”, acredita Rando.

O inpEV tem 89 fabricantes associados, quase o total brasileiro, e é o único órgão no país à frente da logística reversa das embalagens de agrotóxicos. No mundo há 60 países com programas e iniciativas do gênero, mas o Brasil lidera esse setor com retorno de 94% das embalagens. Na Alemanha, a porcentagem é de 76%, no Canadá é 73%, e na França é 66%, segundo dados do inpEV atualizados em 2009.

O sistema custa em torno de 60 milhões de reais por ano, valor arcado 85% pelos fabricantes e 15% por revendedores e distribuidores. “É um esforço conjunto. Conseguimos colocar toda a cadeia produtiva no inpEV. Todos os elos estão unidos pra resolver um problema comum”, diz Rando.

Indústria de pneus

No caso da indústria de pneumáticos as empresas não são tão unidas na responsabilidade pós-consumo. O braço sustentável da Anip (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos), a Reciclanip, representa a logística reversa de 65% da produção de pneus novos no país. O restante do mercado, em sua maioria importadores, também é obrigado por lei a recolher os pneus colocados em circulação. Mas funcionam de forma independente, não possuem uma associação reguladora.

Entre os nove associados da Anip estão os cinco maiores produtores mundiais de pneus: Pirelli, Michelin, Continental, Goodyear e Bridgestone. A Reciclanip nasceu em 2007, mas o Programa Nacional de Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis da Anip funciona desde 1999, quando foi criada a regulamentação deste mercado.

A resolução nº 258 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) obriga empresas fabricantes e importadoras de pneus a darem a destinação ambientalmente adequada proporcional à quantia produzida ou importada por eles. “A partir deste ano nos foi colocada uma meta estabelecida com o governo. Se eu não cumpro, pago sanções”, explica Cesar Faccio, gerente geral da Recliclanip.

Os 726 postos de coleta no Brasil recebem diariamente 1000 toneladas de pneus por dia, correspondentes a 200.000 unidades. Desde a criação do programa, mais de 364,3 milhões de pneus de passeio foram recolhidos e tiveram destinação ambientalmente responsável, custo arcado apenas pelas empresas associadas. Somente em 2012 serão investidos US$ 41 milhões.

O programa cumpre a meta: 100% da produção é recolhida por meio de parcerias feitas com as prefeituras das cidades. Elas cedem um terreno que cumpra normas de segurança e higiene, onde borracharias, revendedores ou a população local podem deixar os pneus usados.

Do total recolhido, 36% têm seus componentes separados e reutilizados como matéria-prima para tapetes de automóveis e borracha regenerada, por exemplo. 35% é triturado e destinado a virar asfalto ecológico, piso antiderrapante ou a servir de combustível a cimenteiras, e 29% deles vão inteiros para as cimenteiras. Não há sobras: o aço retirado dos pneus vai pra a indústria siderúrgica.

A Reciclanip quer ser uma entidade modelo na gestão pós-consumo. “Tenho pontos de coleta nas principais cidades. Mas é preciso melhorar a rede de captação. Região Norte e Nordeste precisam ter mais consciência ambiental. Por mais que a gente tente se aproximar dos municípios, no Norte, por exemplo, eles têm outras carências que não o pneu. E não há fiscalização da Secretaria do Meio Ambiente”, critica Faccio.

Fonte: circuitomt.com.br

 

Powered by themekiller.com