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21 nov 2016
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Brasil Sustentável Editora Recebe Selo Verde 2016

A Brasil Sustentável Editora contribui efetivamente para o desenvolvimento de práticas sustentáveis em empresas, escolas e no poder público. Para tanto, além de publicações de excelência nesta área, a Editora oferece cursos de Educação para Sustentabilidade a Distância (EaD) para o corpo funcional e diretivo de empresas, para professores, gestores públicos e lideranças.  As facilidades tecnológicas do método utilizado caracterizam uma nova forma de ensinar e aprender, apropriada aos tempos modernos.

Os cursos e materiais instrucionais da Brasil Sustentável Editora disponibilizam os conhecimentos necessários para a compreensão dos conceitos que embasam uma nova forma de ver e atuar no mundo, oferecendo subsídios e ferramentas para fazer frente aos desafios do século XXI, tais como a adequação às leis, regulações e arranjos institucionais que possam preservar o meio ambiente, melhorar a qualidade de vida da população e garantir a sustentabilidade dos negócios.

14 out 2016
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Procert – Selo Verde / Prêmio Chico Mendes 2016 já tem data marcada

Temos a satisfação de informar que já está marcada a data da cerimônia oficial de certificação do Procert – Selo Verde / Prêmio Chico Mendes 2016. O evento que reunirá as empresas e instituições que com ações transformadoras contribuem para um futuro mais justo, promissor e sustentável, será realizado no dia 29 de novembro, na cidade de São Paulo, no Clube Sírio, situado à Av. Indianópolis, 1192 – Planalto Paulista, com início ás 21:00hs.

06 out 2016
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TJAC obtém inédita Certificação Selo Verde e Prêmio Socioambiental Chico Mendes

O Selo Verde é hoje um dos mais eficientes meios para agregar visibilidade às empresas e instituições que estão de acordo com as boas práticas de conduta socioambiental responsável.

A relevância da conquista histórica obtida pelo Tribunal de Justiça do Acre nesta semana já pode ser percebida no presente, mas no futuro os seus frutos serão ainda melhor evidenciados. A Instituição recebeu a certificação Selo Verde Chico Mendes na categoria Gestão Socioambiental Responsável. Trata-se do primeiro Tribunal do País a obter esse reconhecimento, em virtude de sua comprovada “luta em preservar o meio ambiente e preservar o Planeta Terra”.

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Desde o início, a atual gestão tem combinado jurisdição com sustentabilidade ambiental e economia de recursos públicos, destacando-se local e nacionalmente.

“Representa um pacto com a vida, com o futuro, e surge de uma convicção que foi disseminada pela gestão e assimilada espontaneamente por todos. Sinto-me honradíssima, premiada por Deus, de poder trazer para o meu Tribunal este Selo Verde. Importantíssimo porque reflete a elevação do Tribunal junto à sociedade”, assinalou a desembargadora Cezarinete Angelim.

Gestão Socioambiental Responsável

A presidente do TJAC também destacou que a Instituição está no caminho certo, e que o reconhecimento atesta “o compromisso com a adoção de práticas voltadas ao cuidado com o meio ambiente e preservação do planeta”.

“Gostaria de compartilhá-la com todos os desembargadores, magistrados e servidores, pois é uma vitória de todos, que credencia o Poder Judiciário, e o nosso trabalho em matéria ecológica e de responsabilidade socioambiental”, frisou ela.

O Tribunal de Justiça Acreano tem trabalhado neste Biênio 2015-2017 para garantir a eficiência administrativa e a otimização de recursos, bem como a sustentabilidade ambiental, econômica e social do Judiciário Estadual.

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“Agradecemos e salientamos que sua participação é muito importante e que juntos faremos a diferença. Com esta iniciativa não salvaremos o mundo agora, mas daremos o primeiro passo. Parabenizamos ao Tribunal de Justiça do Estado do Acre e toda sua equipe por esta grande conquista”, diz o texto oficial enviado pela organização Instituto Chico Mendes.

“Nossa causa é uma luta determinada, constante e essencialmente não violenta em nome da vida”, completa o documento.

Dessa forma, além dar o exemplo aos demais gestores públicos, conclamando-os à adoção de políticas amigáveis ao meio ambiente, a atual Administração do TJAC antecipou-se às metas previstas através da Resolução 201/2015 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispõe sobre a criação de unidades ou núcleos socioambientais nos tribunais do País com o objetivo de gerenciar de forma eficiente – e com o menor impacto possível ao meio ambiente –, materiais e recursos utilizados nas atividades do Poder Judiciário.

As ações do TJAC

As ações estão inseridas no Programa Natureza Viva, cujo objetivo é despertar a consciência individual e coletiva em atitudes voltadas ao cuidado com o meio ambiente e à preservação do planeta. As intervenções incluem desde a adoção de práticas ecológicas, campanhas de sensibilização, a reutilização de águas pluviais, até mesmo a criação de um Santuário Ecológico do Poder Judiciário do Acre, em Área de Preservação Permanente (APP), que pertence ao Tribunal.

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Também a economia e a gestão eficiente de insumos, materiais e recursos, foram convertidas em metas prioritárias da atual gestão, que buscou minimizar os impactos ambientais decorrentes das atividades administrativas e jurisdicionais realizadas.

Já para minimizar o impacto ambiental gerado pelo descarte anual de mais de duas toneladas de copos descartáveis (utilizados diariamente por visitantes, usuários dos serviços da Justiça, magistrados, servidores e colaboradores) a atual gestão do TJAC criou a campanha institucional “Adote Uma Caneca”, através da qual os serventuários podem adquirir copos personalizados em material resistente e de alta qualidade. Além da adoção de uma atitude proativa em defesa do meio ambiente, os servidores também têm nas artes e cores escolhidas – todas alegres e convidativas – outro incentivo para abandonar de vez os austeros copos descartáveis.

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Outras ações de atenção e cuidados com o meio ambiente e a preservação do planeta também foram contempladas pela atual gestão do TJAC. Uma delas foi a implantação de espaços verdes nas principais comarcas do Estado – os chamados “Bosques Floridos”, destinados ao plantio de mudas de espécies como o ipê amarelo (Handroanthus albus) e o jacarandá mimoso (Jacaranda mimosaefolia).

Já o consumo consciente de recursos como água, energia elétrica e materiais descartáveis tem sido incentivado através da adoção de lembretes aos servidores alertando quanto à necessidade de se manter uma lâmpada acesa ou determinado equipamento em funcionamento, por exemplo.

A terceirização do serviço de gerenciamento da frota de veículos do TJAC também se mostrou uma medida bem sucedida para controlar a quantidade de combustíveis consumidos nos deslocamentos relacionados à consecução das atividades judiciárias, como diligências, cumprimento de mandados, entrega e transporte de materiais, apoio logístico etc.

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Outra prática ecológica adotada pela atual gestão do TJAC foi a de reutilização da água da chuva por meio de projeto piloto executado no Restaurante do Servidor. A medida espelha-se em experiências semelhantes levadas a cabo por outros tribunais do País, bem como nas tendências atuais da arquitetura moderna.

O Selo Verde

O Prêmio Chico Mendes tem como missão é revelar ao País, através de um evento de grande porte, exemplos de solução conflitos entre desenvolvimento, justiça social e equilíbrio ambiental. Este evento de grande repercussão já é considerado o maior evento socioambiental brasileiro e marca definitivamente a agenda socioambiental brasileira.

Somente as empresas certificadas com o Selo Verde através do Programa de Certificação pelo Compromisso com a Responsabilidade Socioambiental (Procert), poderão receber o Prêmio Chico Mendes.

O Selo Verde é hoje um dos mais eficientes meios para agregar visibilidade às empresas que estão de acordo com as boas práticas de conduta socioambiental responsável, mostrando através dessa certificação os resultados obtidos, criando assim um elo de confiança entre empresa e consumidor.

Font: http://www.tjac.jus.br/noticias/tjac-obtem-inedita-certificacao-selo-verde-e-premio-socioambiental-chico-mendes/

27 set 2016
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Projeto Escola Comunidade Sustentável chega a Fortaleza

Sispea – Escola comunidade Sustentável um projeto do Instituto Chico Mendes desenvolvido pela Superintendência do Ceará agora está nas escolas de Fortaleza. O desafio foi aceito muita paixão e obstinação no trabalho de educação ambiental e agora colhendo os frutos de um trabalho planejado com muito profissionalismo e determinação. Obrigado a todos que fizeram e fazem parte desse desafio de levar educação ambiental para as escolas do norte e nordeste.

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22 fev 2016
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Potencial de crescimento é amplificado por características como praticidade, valor nutricional e sustentabilidade

Alice Assunção e Graciliano Toni, Agência Indusnet Fiesp

Mario Sergio Cutait, diretor titular do Departamento do Agronegócio (Deagro) da Fiesp, abriu nesta segunda-feira (5/10) o VI Encontro Internacional de Castanhas, Nozes e Frutas Secas destacando o tamanho do público –cerca de 260 pessoas—e listando as prioridades do setor do agronegócio: tributos, assuntos regulatórios e crédito, que tem feito os produtores sofrerem. Cutait disse também que há uma preocupação muito grande com a imagem do setor de alimentos, especialmente os industrializados. “Estamos no meio de uma guerra”, afirmou, defendendo o trabalho de esclarecimento nas escolas “sobre o que é alimento saudável, o que é alimento seguro”.

O diretor da Divisão de Nozes e Castanhas do Deagro, José Eduardo Mendes Camargo, apresentou números das nozes e castanhas no Brasil e no mundo (um mercado de US$ 35 bilhões, que cresce de 6% a 8% ao ano). Como exemplo do potencial de crescimento do setor, apresentou o Chile, que em 10 anos passou de US$ 20 milhões para US$ 300 milhões em exportações de nozes e castanhas. Lembrou também que a proibição de queimadas nas plantações de cana deve liberar áreas em encostas para outras culturas, com bom potencial para a noz macadâmia.

Castanha de caju, castanha brasileira (ou do Pará), noz macadâmia e noz pecan são os produtos exportados pelo Brasil, explicou Camargo. A seca tem prejudicado a castanha de caju nos últimos anos, mas há bom potencial de crescimento. Em relação à castanha brasileira, a novidade é que ela passou a ser cultivada. A castanha de baru também foi citada pelo diretor, pelo crescimento de sua produção.

Com exportação anual de US$ 133 milhões e importação de US$ 123 milhões, o mercado brasileiro de nozes e castanhas tem grande potencial de crescimento, afirmou Camargo, lembrando que esses produtos têm qualidades nutricionais, são sustentáveis e têm alta rentabilidade. Para ajudar nisso, o setor precisa de mais pesquisa e desenvolvimento, para aumento de produção e produtividade, comprovar as propriedades como alimento funcional (como já ocorre em outros países) e na indústria de cosméticos.

>> Ouça reportagem sobre o Encontro de Castanhas e Nozes

Depois de Silvia Helena Carabolante, diretora da Unidade de Formação Profissional do Senai Barra Funda fazer uma apresentação sobre a instituição, Camargo lembrou que graças ao Senai o Brasil venceu a WorldSkills São Paulo 2105, a olimpíada mundial da formação profissional.

Bem-estar amazônico

O primeiro painel do evento, com o tema Inovação & Design, foi moderado por Matheus Borella, diretor do Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Fiesp. Ele lembrou que inovação é essencial para quem quer se desenvolver.

Gerson Pinto, vice-presidente de Inovação da Natura, falou sobre a importância do tema na empresa, que dedica 3% de sua receita líquida à pesquisa e desenvolvimento e tem 68% de sua receita oriunda de produtos lançados há dois anos ou menos. São 280 pessoas diretamente envolvidas em P&D e inovação, além de 200 parceiros externos.

O representante da Natura usou nova linha de cosméticos à base de manteiga de murumuru, lançada em setembro, para exemplificar como a empresa inova usando matéria-prima da Amazônia. Explicou que o murumuru é fruto de uma palmeira alta e cheia de espinhos e que a Natura estudou suas características e comprovou afinidade com a fibra do cabelo.

Gerson Pinto disse que há grande oportunidade de crescimento para nozes e castanhas em cosméticos. Lembrou que esse mercado é muito grande, com o Brasil ocupando o terceiro lugar no mundo, atrás de EUA e Japão.

Eduardo Weinsberg, presidente da Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes, propôs o trabalho conjunto de seu setor com o de nozes e castanhas. Explicou que ambos sofrem no Brasil com problemas culturais. Sorvetes não são consumidos no frio; nozes e castanhas são coisa de festas natalinas, lembrou. Defendeu que a mudança cultural seja feita com as crianças e falou sobre proposta de parceria envolvendo Sesi e Senai para distribuição, como merenda escolar, de sorvetes preparados com frutas brasileiras, nozes e castanhas, enriquecidos com vitaminas e cálcio, com baixo teor de açúcar e gordura.

Pesquisa & Desenvolvimento

Ana Luiza Vergueiro, diretora da Divisão de Nozes e Castanhas do Deagro, moderou o segundo painel do encontro. Lembrou que a expectativa de vida é crescente e que é preciso oferecer qualidade de vida para as pessoas, o que inclui alimentos adequados, no que a ciência tem importante papel.

E foi exatamente de ciência, à base de pesquisa exaustiva, que falou Silvia Cozzolino, professora titular da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP. Ela estuda a castanha do Brasil, importante fonte de selênio. Explicou que a substância tem papel essencial no organismo, potencializando o sistema imunológico, participando do sistema antioxidante e do metabolismo dos hormônios da tireoide.

Citou estudos que mostram efeitos positivos do consumo de uma castanha do Brasil por dia em pacientes com Alzheimer com comprometimento cognitivo leve e no sistema imunológico de pacientes submetidos a hemodiálise.

Também falou sobre uma avaliação da dieta dos brasileiros que identificou deficiência no consumo de selênio em São Paulo, tornando o Estado um dos mais beneficiados pelo consumo de castanha do Brasil como fonte de selênio.

No mundo, China e Nova Zelândia apresentam deficiência no consumo de selênio, disse Cozzolino.

No mesmo painel, Luiz Madi, diretor geral do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital – vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo), lembrou a parceria com a Fiesp na publicação do Brasil Food Trends 2020, que identificou cinco grupos de tendências de consumo:

Sensorialidade e Prazer: alimentos premium, étnicos, gourmet etc.

Saudabilidade e Bem-estar: produtos light/diet, energéticos, fortificados etc.

Conveniência e Praticidade: pratos prontos, produtos para micro-ondas etc.

Confiabilidade e Qualidade: garantia de origem, selos de qualidade etc.

Sustentabilidade e Ética: embalagens recicláveis, selos ambientais etc.

Pesquisa posterior mostrou a prioridade dada a Conveniência e Praticidade. Madi explicou que nozes e castanhas atendem a esse requisito – como, aliás, a todos os outros, o que lhes dá grande potencial no mercado.

Citou como exemplos de oportunidades a mistura de nozes a outros produtos, leite e óleo de castanhas.

Luiz Alberto Colnago, pesquisador da Embrapa Instrumentação, explicou as tecnologias disponíveis para produtores e processadores de castanhas e nozes. Entre elas, testes não invasivos e de alta velocidade para determinação de teor e qualidade de óleo por exemplo de castanhas, úteis para melhoramento genético e controle de qualidade. Também usou como exemplo avaliações de velocidade de secagem e resfriamento de sementes na torra.

Colnago disse que há estudos sobre revestimento de nozes e castanhas com filme comestível, para aumentar seu prazo de validade graças à diminuição da absorção de oxigênio e de umidade.

Feitiço no ar

O consumidor passa perto de um quiosque de Nutty Bavarian no shopping, sente o cheiro das castanhas e nozes e resolve comprar. Assim descreveu Adriana Miglorancia, presidente da marca com mais de 900 pontos de venda no mundo, como o consumidor prefere um cone com um mix de nozes a um sorvete vendido no mesmo lugar, a um preço menor. Ela participou do evento do encontro na Fiesp no painel Da ideia à execução.

“A realidade é que um grande número de consumidores vai pelo impulso. Sente o cheiro e compra porque é gostoso. Concorrer com um quiosque do McDonalds é difícil, mas se tiver fluxo de pessoas, está valendo”, disse Adriana.

Segundo a presidente da marca no Brasil, a rede de franquias da Nutty Bavarian consome até uma tonelada de nuts (conjunto de nozes, castanhas e outras oleaginosas) por dia.

Ela afirmou que a marca conseguiu alcançar, com o passar do tempo, o consumidor brasileiro fora de épocas tradicionais de consumo de nuts, como o período de festas de fim de ano.

“No Brasil, até 1996, nuts eram consumidas quase exclusivamente no Natal. Mas estamos conseguindo apresentar um produto que vai além do ingrediente para o bolo de Natal.”

Câmbio

O sócio-diretor da Tradal Brazil, Adrian Franciscono, também participou do encontro na Fiesp. A empresa dele é a fornecedora de matéria-prima para a Nutty Bavarian. Um dos desafios da companhia, explicou, é minimizar os impactos da variação cambial no franqueado.

“Trabalhamos com várias nuts de diferentes safras, e cada uma sofre influência do clima. Além disso, o câmbio também influencia bastante. Mas a gente faz um trabalho constante para que o franqueado não sinta. Mexemos apenas quando é extremamente necessário”, disse Franciscono. Ele ponderou, no entanto, que a valorização do dólar ajuda, por outro lado, “os produtos fabricados no Brasil e exportados”.

Nuts no supermercado

O vice-presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e diretor de Relações Governamentais do Grupo Pão de Açúcar, Marcio Milan, também participou do painel sobre oportunidades de negócios.

Ele se colocou à disposição dos produtores e empresários do setor para incentivar o consumo de nuts nos supermercados.

“Antes tínhamos oportunidade de vender as nozes só no final do ano. E houve uma evolução nos últimos anos. Podemos discutir e ver como podemos ajudar essa cadeia a se desenvolver ainda mais”, disse Milan.

O presidente do Conselho Superior de Inovação de Competitividade da Fiesp, Rodrigo Rocha Loures, encerrou o ciclo de painéis desta segunda-feira, que teve o título Nuts – Nutra seu Corpo, Alimente sua Alma.

“Não tenho dúvida do potencial das nuts para atender os desafios sociais, econômicos e de saúde do Brasil”, disse Loures, que é fundador da Nutrimental, fabricante das barras de cereais Nutry.

22 fev 2016
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IV Congresso Internacional de Castanhas, Nozes e Frutas Secas – FIESP

Parceria completamente efetivada com Flora Do Cerrado – Cooperace Orga.
Grandes nomes do cenários nacional e internacional. Edson Cunha – Shilano – Marcio, diretores e precursores da filosofia BARU: A Jóia do CERRADO.

Honra e orgulho dessa empenhada equipe e desse projeto tão grandioso pautado no extrativismo e manejo socialmente justo, economicamente viável e ambientalmente sustentável!
Gratidão especial também ao senhor Pedro Oliveira, que muito colaborou para essa conquista!

Flora Do Cerrado: empresa certificada PROCERT – Prêmio Socioambiental Chico Mendes de Sustentabilidade – SELO VERDE.

 

22 fev 2016
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Rota das Bandeiras recebe Certificação Selo Verde pelo trabalho socioambiental realizado no Corredor Dom Pedro

A Concessionária Rota das Bandeiras foi reconhecida pelo Instituto Internacional de Pesquisa e Responsabilidade Socioambiental Chico Mendes pelo relevante trabalho de sustentabilidade desenvolvido em todo o Corredor Dom Pedro de rodovias. A cerimônia de entrega da Certificação Selo Verde ocorreu nesta sexta-feira, dia 18, na sede da empresa, em Itatiba.

A ONG fundada em 2004 e que leva o nome de um mártir da resistência frente às degradações ambientais fez um amplo estudo das ações feitas pela Concessionária para conceder o certificado. Entre os trabalhos desenvolvidos, destacam-se; a construção de uma central de triagem de material reciclável, com capacidade para reciclar 220 toneladas por mês, volume produzido pelo município de Itatiba e também todo o material recolhido ao longo de 297 km de malha viária; os programas que envolvem as comunidades das 17 cidades cortadas pelas rodovias, como o de inclusão digital Caia na Rede e o de redução de acidentes Parada Legal; e as ações de proteção ao meio ambiente durante a execução de obras e da própria operação das rodovias do Corredor Dom Pedro.

“Esse estudo nos mostrou quão presente é a responsabilidade socioambiental em todas as ações desenvolvidas pela Concessionária. É algo que está no DNA da empresa, em seu modo de agir. Por isso ficamos muito felizes em reconhecê-los e entregar este certificado. Trata-se de uma seleção criteriosa. Apenas um quinto das empresas que buscam este selo atendem aos critérios para recebê-lo”, destacou o coordenador geral do Instituto, Sérgio Paixão.

O diretor-presidente da Rota das Bandeiras, Júlio Perdigão, salientou que a consciência socioambiental foi despertada em todos os integrantes da Concessionária, que passaram a adotar boas práticas no dia a dia da empresa.

“Eu sempre digo que é um tipo de trabalho igual ao de educar um filho. ‘Coma de boca fechada’, ‘Diga obrigado’. Com o tempo, isso se torna natural. É o que vemos aqui. Seja em grandes obras ou dentro da sede, na hora de tomar um cafezinho, todos estão imbuídos em contribuir para um mundo mais sustentável”, disse.

A Rota das Bandeiras é uma empresa da Odebrecht Rodovias, que reúne os investimentos da Odebrecht TransPort em concessões rodoviárias. A Odebrecht TransPort desenvolve, implanta e opera projetos nas áreas de mobilidade urbana, portos, aeroportos e sistemas integrados de logística.

Fonte: http://www.rotadasbandeiras.com.br/Show.aspx?IdMateria=ByzWjbkTvdBm68YWXMPrvw

06 out 2015

Potencial de crescimento é amplificado por características como praticidade, valor nutricional e sustentabilidade

Alice Assunção e Graciliano Toni, Agência Indusnet Fiesp

Mario Sergio Cutait, diretor titular do Departamento do Agronegócio (Deagro) da Fiesp, abriu nesta segunda-feira (5/10) o VI Encontro Internacional de Castanhas, Nozes e Frutas Secas destacando o tamanho do público –cerca de 260 pessoas—e listando as prioridades do setor do agronegócio: tributos, assuntos regulatórios e crédito, que tem feito os produtores sofrerem. Cutait disse também que há uma preocupação muito grande com a imagem do setor de alimentos, especialmente os industrializados. “Estamos no meio de uma guerra”, afirmou, defendendo o trabalho de esclarecimento nas escolas “sobre o que é alimento saudável, o que é alimento seguro”.

O diretor da Divisão de Nozes e Castanhas do Deagro, José Eduardo Mendes Camargo, apresentou números das nozes e castanhas no Brasil e no mundo (um mercado de US$ 35 bilhões, que cresce de 6% a 8% ao ano). Como exemplo do potencial de crescimento do setor, apresentou o Chile, que em 10 anos passou de US$ 20 milhões para US$ 300 milhões em exportações de nozes e castanhas. Lembrou também que a proibição de queimadas nas plantações de cana deve liberar áreas em encostas para outras culturas, com bom potencial para a noz macadâmia.

Castanha de caju, castanha brasileira (ou do Pará), noz macadâmia e noz pecan são os produtos exportados pelo Brasil, explicou Camargo. A seca tem prejudicado a castanha de caju nos últimos anos, mas há bom potencial de crescimento. Em relação à castanha brasileira, a novidade é que ela passou a ser cultivada. A castanha de baru também foi citada pelo diretor, pelo crescimento de sua produção.

Com exportação anual de US$ 133 milhões e importação de US$ 123 milhões, o mercado brasileiro de nozes e castanhas tem grande potencial de crescimento, afirmou Camargo, lembrando que esses produtos têm qualidades nutricionais, são sustentáveis e têm alta rentabilidade. Para ajudar nisso, o setor precisa de mais pesquisa e desenvolvimento, para aumento de produção e produtividade, comprovar as propriedades como alimento funcional (como já ocorre em outros países) e na indústria de cosméticos.

>> Ouça reportagem sobre o Encontro de Castanhas e Nozes

Depois de Silvia Helena Carabolante, diretora da Unidade de Formação Profissional do Senai Barra Funda fazer uma apresentação sobre a instituição, Camargo lembrou que graças ao Senai o Brasil venceu a WorldSkills São Paulo 2105, a olimpíada mundial da formação profissional.

Bem-estar amazônico

O primeiro painel do evento, com o tema Inovação & Design, foi moderado por Matheus Borella, diretor do Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Fiesp. Ele lembrou que inovação é essencial para quem quer se desenvolver.

Gerson Pinto, vice-presidente de Inovação da Natura, falou sobre a importância do tema na empresa, que dedica 3% de sua receita líquida à pesquisa e desenvolvimento e tem 68% de sua receita oriunda de produtos lançados há dois anos ou menos. São 280 pessoas diretamente envolvidas em P&D e inovação, além de 200 parceiros externos.

O representante da Natura usou nova linha de cosméticos à base de manteiga de murumuru, lançada em setembro, para exemplificar como a empresa inova usando matéria-prima da Amazônia. Explicou que o murumuru é fruto de uma palmeira alta e cheia de espinhos e que a Natura estudou suas características e comprovou afinidade com a fibra do cabelo.

Gerson Pinto disse que há grande oportunidade de crescimento para nozes e castanhas em cosméticos. Lembrou que esse mercado é muito grande, com o Brasil ocupando o terceiro lugar no mundo, atrás de EUA e Japão.

Eduardo Weinsberg, presidente da Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes, propôs o trabalho conjunto de seu setor com o de nozes e castanhas. Explicou que ambos sofrem no Brasil com problemas culturais. Sorvetes não são consumidos no frio; nozes e castanhas são coisa de festas natalinas, lembrou. Defendeu que a mudança cultural seja feita com as crianças e falou sobre proposta de parceria envolvendo Sesi e Senai para distribuição, como merenda escolar, de sorvetes preparados com frutas brasileiras, nozes e castanhas, enriquecidos com vitaminas e cálcio, com baixo teor de açúcar e gordura.

Pesquisa & Desenvolvimento

Ana Luiza Vergueiro, diretora da Divisão de Nozes e Castanhas do Deagro, moderou o segundo painel do encontro. Lembrou que a expectativa de vida é crescente e que é preciso oferecer qualidade de vida para as pessoas, o que inclui alimentos adequados, no que a ciência tem importante papel.

E foi exatamente de ciência, à base de pesquisa exaustiva, que falou Silvia Cozzolino, professora titular da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP. Ela estuda a castanha do Brasil, importante fonte de selênio. Explicou que a substância tem papel essencial no organismo, potencializando o sistema imunológico, participando do sistema antioxidante e do metabolismo dos hormônios da tireoide.

Citou estudos que mostram efeitos positivos do consumo de uma castanha do Brasil por dia em pacientes com Alzheimer com comprometimento cognitivo leve e no sistema imunológico de pacientes submetidos a hemodiálise.

Também falou sobre uma avaliação da dieta dos brasileiros que identificou deficiência no consumo de selênio em São Paulo, tornando o Estado um dos mais beneficiados pelo consumo de castanha do Brasil como fonte de selênio.

No mundo, China e Nova Zelândia apresentam deficiência no consumo de selênio, disse Cozzolino.

No mesmo painel, Luiz Madi, diretor geral do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital – vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo), lembrou a parceria com a Fiesp na publicação do Brasil Food Trends 2020, que identificou cinco grupos de tendências de consumo:

Sensorialidade e Prazer: alimentos premium, étnicos, gourmet etc.

Saudabilidade e Bem-estar: produtos light/diet, energéticos, fortificados etc.

Conveniência e Praticidade: pratos prontos, produtos para micro-ondas etc.

Confiabilidade e Qualidade: garantia de origem, selos de qualidade etc.

Sustentabilidade e Ética: embalagens recicláveis, selos ambientais etc.

Pesquisa posterior mostrou a prioridade dada a Conveniência e Praticidade. Madi explicou que nozes e castanhas atendem a esse requisito – como, aliás, a todos os outros, o que lhes dá grande potencial no mercado.

Citou como exemplos de oportunidades a mistura de nozes a outros produtos, leite e óleo de castanhas.

Luiz Alberto Colnago, pesquisador da Embrapa Instrumentação, explicou as tecnologias disponíveis para produtores e processadores de castanhas e nozes. Entre elas, testes não invasivos e de alta velocidade para determinação de teor e qualidade de óleo por exemplo de castanhas, úteis para melhoramento genético e controle de qualidade. Também usou como exemplo avaliações de velocidade de secagem e resfriamento de sementes na torra.

Colnago disse que há estudos sobre revestimento de nozes e castanhas com filme comestível, para aumentar seu prazo de validade graças à diminuição da absorção de oxigênio e de umidade.

Feitiço no ar

O consumidor passa perto de um quiosque de Nutty Bavarian no shopping, sente o cheiro das castanhas e nozes e resolve comprar. Assim descreveu Adriana Miglorancia, presidente da marca com mais de 900 pontos de venda no mundo, como o consumidor prefere um cone com um mix de nozes a um sorvete vendido no mesmo lugar, a um preço menor. Ela participou do evento do encontro na Fiesp no painel Da ideia à execução.

“A realidade é que um grande número de consumidores vai pelo impulso. Sente o cheiro e compra porque é gostoso. Concorrer com um quiosque do McDonalds é difícil, mas se tiver fluxo de pessoas, está valendo”, disse Adriana.

Segundo a presidente da marca no Brasil, a rede de franquias da Nutty Bavarian consome até uma tonelada de nuts (conjunto de nozes, castanhas e outras oleaginosas) por dia.

Ela afirmou que a marca conseguiu alcançar, com o passar do tempo, o consumidor brasileiro fora de épocas tradicionais de consumo de nuts, como o período de festas de fim de ano.

“No Brasil, até 1996, nuts eram consumidas quase exclusivamente no Natal. Mas estamos conseguindo apresentar um produto que vai além do ingrediente para o bolo de Natal.”

Câmbio

O sócio-diretor da Tradal Brazil, Adrian Franciscono, também participou do encontro na Fiesp. A empresa dele é a fornecedora de matéria-prima para a Nutty Bavarian. Um dos desafios da companhia, explicou, é minimizar os impactos da variação cambial no franqueado.

“Trabalhamos com várias nuts de diferentes safras, e cada uma sofre influência do clima. Além disso, o câmbio também influencia bastante. Mas a gente faz um trabalho constante para que o franqueado não sinta. Mexemos apenas quando é extremamente necessário”, disse Franciscono. Ele ponderou, no entanto, que a valorização do dólar ajuda, por outro lado, “os produtos fabricados no Brasil e exportados”.

Nuts no supermercado

O vice-presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e diretor de Relações Governamentais do Grupo Pão de Açúcar, Marcio Milan, também participou do painel sobre oportunidades de negócios.

Ele se colocou à disposição dos produtores e empresários do setor para incentivar o consumo de nuts nos supermercados.

“Antes tínhamos oportunidade de vender as nozes só no final do ano. E houve uma evolução nos últimos anos. Podemos discutir e ver como podemos ajudar essa cadeia a se desenvolver ainda mais”, disse Milan.

O presidente do Conselho Superior de Inovação de Competitividade da Fiesp, Rodrigo Rocha Loures, encerrou o ciclo de painéis desta segunda-feira, que teve o título Nuts – Nutra seu Corpo, Alimente sua Alma.

“Não tenho dúvida do potencial das nuts para atender os desafios sociais, econômicos e de saúde do Brasil”, disse Loures, que é fundador da Nutrimental, fabricante das barras de cereais Nutry.

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